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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Amigos
As diferenças entre "Amigo Simples... Amigo Verdadeiro e Amigo Pá - Caralho" !!!
Um simples amigo traz uma garrafa de vinho para sua festa.
Um amigo de verdade chega cedo, ajuda a cozinhar e fica até mais tarde para te ajudar a limpar.
Um amigo pá-caralho faz tudo isso, e ainda bebe todas na sua festa, vomita no tapete da sua mãe e dorme atrás do sofá até segunda-feira pela manhã, quando a empregada o encontra.
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Um simples amigo odeia quando você liga depois que ele já se deitou.
Um amigo de verdade pergunta por que você demorou tanto para ligar.
Um amigo pá-caralho pergunta se você tá virando viado prá ligar aquela hora, te manda tomar no cú depois te manda ir curar tuas mágoas com cachaça.
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Um simples amigo procura você para conversar sobre seus próprios problemas.
Um amigo de verdade procura você para te ajudar com os teus problemas.
Um amigo pá caralho procura você, te ajuda com os teus problemas e ainda te leva pra gandaia e paga todas.
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Um simples amigo , ao visitá-lo, age como uma visita.
Um amigo de verdade abre a geladeira e serve-se sozinho.
Um amigo pá caralho abre a geladeira, serve-se sozinho e ainda reclama que só tem Kaiser.
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Um simples amigo pensa que a amizade acabou depois de uma discussão.
Um amigo de verdade sabe que não é amizade enquanto não teve a primeira briga.
Um amigo pá caralho xinga você, chuta o seu cachorro e risca teu carro, mas tá tudo bem.
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Um simples amigo espera que você esteja sempre lá para ele...
Um amigo de verdade espera sempre estar lá, PRA VOCÊ !!!
Um amigo pá caralho te espera duas horas no bar até ficar revoltado. Vai até a sua casa, xinga você, chuta o teu cachorro e risca seu carro, tudo de novo.
Papagaio deficiente
Um homem entra numa loja e seu olhar se detém num pequeno papagaio sentado (sim, sentado!) num poleiro de uma gaiola. O papagaio não tem pernas! O sujeito exclama:
- O que é que aconteceu a este papagaio?
O papagaio responde:
- Eu nasci assim. Sou um papagaio deficiente.
- Ah! Ah! Muito boa! - diz rindo o sujeito - Dá até para acreditar que foi o papagaio que disse isso! Onde está o ventríloquo?
- Fui eu mesmo que falei - responde a ave - Sou um pássaro muito inteligente, com educação e cultura esmeradas.
- Ah é? Nesse caso, me diga como é que você se mantém neste poleiro já que você não tem patas?
- Bem - explica o papagaio
- É um tanto embaraçoso, mas já que o senhor pede... Eu enrolo meu pênis como um gancho em volta da barra horizontal. É assim que me seguro.
- Quer dizer que você entende, e pode responder a tudo que eu lhe perguntar?
- Claro. E falo também inglês, francês e alemão. Posso manter conversações em português e em todas estas línguas com razoável competência, sobre praticamente qualquer assunto: política, religião, esportes, física, química, artes, filosofia... e sou particularmente bom em ornitologia.
O senhor deveria me comprar, sou uma companhia muito agradável.
O sujeito vê o preço numa etiqueta: R$ 2.000 reais.
- Infelizmente não tenho como, é muito caro.
- Calma! - sussurra o papagaio - Ninguém me quer porque não tenho pernas. Estou encalhado aqui nesta loja há meses... Tenho certeza de que se o senhor oferecer R$ 200 o dono da loja fecha na hora.
O sujeito oferece R$200 e, efetivamente, o dono aceita. Semanas se passam. O papagaio é sensacional. Ele é divertido, interessante, entende de tudo, dá conselhos ótimos. O sujeito está deslumbrado. Um dia ele volta do trabalho e o papagaio sussurra:
- Olha, eu não sei se deveria lhe contar... Mas é a respeito de sua mulher e do zelador.
- O quê??? - estranha o sujeito.
- Bem - conta o papagaio - quando o zelador tocou a campainha, sua mulher atendeu. Ela estava apenas de camisola transparente, e o beijou na boca.
- E o que aconteceu depois?
- O zelador entrou, fechou a porta, arrancou a camisola e começou a beijá-la. Começou pelos seios e foi descendo devagarinho.
- Miserável!!! E o que mais?
- Aí ele a sentou no sofá, abriu as pernas dela, se ajoelhou e começou a lambê-la. Primeiro devagar, depois mais rápido, depois a colocou de quatro e apontou o pau para a bundinha dela...
Neste ponto, o papagaio dá uma pausa. O dono se impacienta:
- E depois? O que aconteceu? Vamos, conta!!!
- Aí não vi mais nada.... Fiquei de pau duro e caí do poleiro!
- O que é que aconteceu a este papagaio?
O papagaio responde:
- Eu nasci assim. Sou um papagaio deficiente.
- Ah! Ah! Muito boa! - diz rindo o sujeito - Dá até para acreditar que foi o papagaio que disse isso! Onde está o ventríloquo?
- Fui eu mesmo que falei - responde a ave - Sou um pássaro muito inteligente, com educação e cultura esmeradas.
- Ah é? Nesse caso, me diga como é que você se mantém neste poleiro já que você não tem patas?
- Bem - explica o papagaio
- É um tanto embaraçoso, mas já que o senhor pede... Eu enrolo meu pênis como um gancho em volta da barra horizontal. É assim que me seguro.
- Quer dizer que você entende, e pode responder a tudo que eu lhe perguntar?
- Claro. E falo também inglês, francês e alemão. Posso manter conversações em português e em todas estas línguas com razoável competência, sobre praticamente qualquer assunto: política, religião, esportes, física, química, artes, filosofia... e sou particularmente bom em ornitologia.
O senhor deveria me comprar, sou uma companhia muito agradável.
O sujeito vê o preço numa etiqueta: R$ 2.000 reais.
- Infelizmente não tenho como, é muito caro.
- Calma! - sussurra o papagaio - Ninguém me quer porque não tenho pernas. Estou encalhado aqui nesta loja há meses... Tenho certeza de que se o senhor oferecer R$ 200 o dono da loja fecha na hora.
O sujeito oferece R$200 e, efetivamente, o dono aceita. Semanas se passam. O papagaio é sensacional. Ele é divertido, interessante, entende de tudo, dá conselhos ótimos. O sujeito está deslumbrado. Um dia ele volta do trabalho e o papagaio sussurra:
- Olha, eu não sei se deveria lhe contar... Mas é a respeito de sua mulher e do zelador.
- O quê??? - estranha o sujeito.
- Bem - conta o papagaio - quando o zelador tocou a campainha, sua mulher atendeu. Ela estava apenas de camisola transparente, e o beijou na boca.
- E o que aconteceu depois?
- O zelador entrou, fechou a porta, arrancou a camisola e começou a beijá-la. Começou pelos seios e foi descendo devagarinho.
- Miserável!!! E o que mais?
- Aí ele a sentou no sofá, abriu as pernas dela, se ajoelhou e começou a lambê-la. Primeiro devagar, depois mais rápido, depois a colocou de quatro e apontou o pau para a bundinha dela...
Neste ponto, o papagaio dá uma pausa. O dono se impacienta:
- E depois? O que aconteceu? Vamos, conta!!!
- Aí não vi mais nada.... Fiquei de pau duro e caí do poleiro!
Pé de manga
Uma velhinha passa em frente à um posto de saúde e vê uma enorme fila para distribuição de camisinhas. Curiosa ela pergunta ao rapaz que está em último lugar na fila:
- Mocinho, com licença! Para quê que é essa fila enorme?
O cara, meio tímido, não quis dizer a verdade para a vovozinha, e mandou:
- Tão distribuindo manga, vovó!
E a velhinha toda feliz:
- Oba! Adoro manga! E entrou na fila.
O sujeito, vendo a merda que tinha feito saiu da fila de fininho e se mandou. Quando chega a vez dela ser atendida, o balconista do posto, surpreso e gozador, perguntou:
- Aí vovó, a senhora ainda trepa?
A velhinha responde:
- Na minha idade não trepo mais, mas se botar na minha mão, eu chupo que é uma beleza...
O cara, meio tímido, não quis dizer a verdade para a vovozinha, e mandou:
- Tão distribuindo manga, vovó!
E a velhinha toda feliz:
- Oba! Adoro manga! E entrou na fila.
O sujeito, vendo a merda que tinha feito saiu da fila de fininho e se mandou. Quando chega a vez dela ser atendida, o balconista do posto, surpreso e gozador, perguntou:
- Aí vovó, a senhora ainda trepa?
A velhinha responde:
- Na minha idade não trepo mais, mas se botar na minha mão, eu chupo que é uma beleza...
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